A PELE DA IMAGEM

Essas obras têm como tema a manipulação do próprio suporte – seja ele a película, a fita magnética do vídeo analógico ou ainda o pixel e “glitches” do vídeo digital.

 

A PELE DA IMAGEM // duração: 60’39
22/07 // 9h-17h // SESC Interlagos (Container em looping)
25/07 // 16h-17h // SESC Pinheiros

MEDIA ARCHEOLOGY / Eric Dyer 2110 / EUA / 2010 / 3’32
Em uma Terra inundada futurista, um arqueólogo procura mídias esquecidas. O filme foi criado cortando, queimando, emendando e colando trailers de filmes 35mm.

I CALL MYSELF SANE / Niina Suominen / Finlândia / 2010 / 4’20
Um trabalho experimental que combina música, poesia e imagens executadas através da manipulação de material de filmes.

THE DUPLICATE / Pekka Sassi / Finlândia / 2001 / 5’55
A imagem é formada por um curto filme em película, que é visto em duas tiras deslizando uma sobre a outra, para cima e para baixo. Quando o movimento é retardado, é possível ver duas pessoas. Ao mesmo tempo, um espaço é criado e o espectador procura uma história. Mas, quando o movimento se acelera novamente, o espaço desaparece e o vídeo torna a ser apenas uma imagem e uma tempestade de som.

PLEASE SET THE CLOCK / Jonathon Nokes / Australia / 2011 / 2’22
‘Pllease set the clock’ é um destrutivo auto-retrato feito através de tentativa e erro, usando fita VHS deformada (rasgada, gravada, mordida, pisoteada, cortada, esmagada, riscada, esticada, derretida).

STRIPS / Félix Dufour-Laperrière / Canadá / 2009-2010 / 5’32
Strips. Substantivo masculino, forma abreviada de striptease. De ‘strip’, remover, tirar, e “provocar”, para seduzir, para tentar. E no plural.

WE, SELF-PORTRAIT / Fernando Velazquez / Brasil / 2003 / 3’41
Ensaio experimental sobre a condição do ser na era da informação: o eterno conflito entre o uno e o múltiplo potencializado pela fusão dos universos on e offline.

REC / Pierre-Yves Cruaud / França / 2002 / 4’50
Uma série de monitores de televisão é proposta ao olhar maquínico da câmera. Seu zoom a levará… até registrar a construção de uma paisagem eletrônica. A filmagem da signalética produzida pela câmera (em posição rec) é enviada à tela de controle.

20HZ / Semiconductor / Grã-Bretanha / 2011 / 5’
20 Hz observa uma tempestade geo-magnética na camada superior da atmosfera terrestre. Trabalhando com vários dados obtidos através do rádio chega-se a formas esculturais geradas diretamente pelo som.

DIVE / Minna Parkkinen / Finlândia / 2001 / 5’30
A queda nas profundezas da tristeza, em seguida, de volta à vida. Este breve vídeo lida com o que uma pessoa observa em seu ambiente cotidiano, diante da perda de um ente querido. Algumas ocorrências normais ganham significado simbólico e algumas se tornam totalmente absurdas, perdendo seu sentido.

HEAT SHOT 3 – MASKING FOR SERENE VELOCITY / Yeon Jeong Kim / Coréia do Sul / 2008 / 11′
Referindo-se a “Velocidade Serena”, obra-prima de Ernie Gehr, ele explora a velocidade e o movimento entre os sinais e memórias comuns.

YOU BE MOTHER / Sarah Pucill / Grã-Bretanha / 1990 / 7′
‘You be mother’ usa animação stop-frame para romper as ordens tradicionais de animado e inanimado, o líquido e o sólido. Um espaço alucinatório é configurado quando uma imagem congelada do rosto do artista é projetada em pesadas peças de louça em cima de uma mesa.

LOST / Karø Goldt / Alemanha / 2004 / 5’
‘Lost’ é uma versão da transitoriedade de emoções. Cor, motivo, e trilha sonora complementam um ao outro para inventar uma história sobre perder a si mesmo ou a outra pessoa, simultaneamente.

SOMEONE BURNED DOWN THIS TOWN / Pedro Maia / Portugal / 2’29
Vídeo musical para o projeto The Legendary Tiger Man. Explora o uso amador de uma Super-8, e a utilização de uma câmera amadora na vida familiar, e do conceito do auto-retrato.

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