25 / 07  QUA

UNIDADES SESC

STAN BRAKHAGE: OBRAS SELECIONADAS // duração: 57’30
25/07 // 19h-20h // SESC Pinheiros // projeção em 16mm

ZBIGNIEW RYBCZYŃSKI: OBRAS SELECIONADAS // duração: 86’03
25/07 // 20h-21h // SESC Pinheiros

NAM JUNE PAIK: OBRAS SELECIONADAS // duração: 74’
25/07 // 19h30-20h45 // SESC Ipiranga

OS ILUSIONISTAS: REYNOLD REYNOLDS & MIHAI GRECU // duração: 58’26
25/07 // 17h-18h // SESC Pinheiros

A PELE DA IMAGEM // duração: 60’39
25/07 // 16h-17h // SESC Pinheiros

COPIAR E COLAR // duração: 59’55
25/07 // 15h-16h // SESC Pinheiros

PAISAGENS ALTERADAS // duração: 55’43
25/07 // 10h-20h // SESC Carmo (Container em looping)

FEITO EM CASA // duração: 43’02
25/07 // 20h45-21h30 // SESC Ipiranga

 

SESCTV

COVERSONG / Eric Dyer / EUA / 2012 / 1’46
Movimento escondido sob os pés: tampas de bueiro são transformadas em agitação de mandalas cinéticas.

LINE / Johanna Reich / Alemanha / 2009 / 2’17
A câmera digital de alta resolução atinge seus limites: uma pessoa vestida de preto pinta uma linha preta em uma parede. Como resultado das condições de iluminação a câmera não pode diferenciar o preto da pessoa do preto do fundo. Artista e arte se fundem, a pessoa parece desaparecer na frente da câmera.

TEAR/TORN / Marcelo Amorim / Brasil / 2009 / 5’02
Imagens de várias crianças tiradas do arquivo do artista soprepõem-se, molham-se e rasgam-se em uma animação stop-motion, criando uma colagem em movimento sobre memória e identidade. O título ‘Tear/torn’ pode remeter tanto ao verbo rasgar quanto à palavra lágrima.

INVOLUNTÁRIO / Breno César / Brasil / 2011 / 1′
Dilatar, contrair e respirar. Movimento pulsante na brevidade das relações de diferentes mundos, interligados por uma membrana sutil, volúvel e permeável.

ORIGINS / Kai Lossgot / África do Sul / 2008-2011 / 9’03
Retratos animados e de movimento do artista e sua família oferecem teorias históricas da evolução, examinando entendimento consagrado.

MÃOS MORTAS / Arthur Tuoto / Brasil / 2012 / 5’42
Um diálogo do filme “J’entends plus la guitare”, de Philippe Garrel, é o ponto de partida para uma reflexão sobre a imaterialidade do cinema e sua dimensão mimética. Um espetáculo de luzes tenta animar fotografias, buscando estabelecer uma relação de encantamento entre espectador fascinado e imagem inalcançável.

I CALL MYSELF SANE / Niina Suominen / Finlândia / 2010 / 4’20
Um trabalho experimental que combina música, poesia e imagens executadas através da manipulação de material de filmes.

ECRASONS LES CERISES / Claude Ciccolella Chute / França / 1999 / 12’02
Queda, luz, vazamento, sombras em movimento, ruas, vielas, caminhos, passagens, o fogo, bloqueio, movimento livre, paredes, Malevitch, Klein, dois, um… Esmagar as cerejas… zero, monocromático, e durante esta viagem, o espectador, entre o céu e a terra, entre Eros e Thanatos, com um caótico ruído em segundo plano.

1″ OF SPEED / Antonella Bussanich / França / 2001 / 1’36
Um segundo de filme rodado através da janela do carro na estrada dos subúrbios de Paris. Um segundo filme que se repete, um segundo que se estende. Arquitetura de palavras que é executada enquanto o carro permanece parado.

INTERFERENCES / Marcin Wojciechowski / Polônia / 2009 / 4’30
Animação em stop motion, seis gravações de fenômenos naturais criam um estranho diário pessoal que evoca uma interioridade entre o sonho e a realidade… Um autor tentou definir sua própria forma de video poema.

ABC ETC. / Sergio Subero / Argentina / 2007 / 19’
A intervenção material foi produzida diretamente na fita do filme, através de raspagem, pintura, velatura, queimação e através da longa exposição à água, ar e líquidos.

LE SILENCE EST EN MARCHE / Pierre-Yves Cruaud / França / 2001 / 3’30
Insuperáveis barreiras limitam o espaço vital das atividades mais ou menos humanas. Assistimos ao desenvolvimento de vidas já regulamentadas. Será que vamos ouvir vozes?

COAGULATE / Mihai Grecu / França / 2008 / 5’56
Presença, ausência e aquáticas distorções nesta coreografia de fluidos, forças misteriosas forçam as leis físicas e afetam o comportamento dos seres vivos em espaços purificados.

EROL AKYAVAS / Ethem Ozguven / Turquia / 2000 / 1’30
Uma reflexão sobre o exercício do olhar e da visão na nossa experiência diária.

SARS / Liu Wei / China / 2003 / 4’20
Não é surpreendente ver o papel que a mídia monopolista da China tem desempenhado neste período. Na tela, já vem agitando bandeiras, faíscas de aço fundido, ondulando trigo e rostos alegres. Todas estas imagens aparentemente felizes são entendidas e aceitas como uma espécie de realidade.

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