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UNIDADES SESC

JAN SVANKMAJER: CURTAS-METRAGENS 2 // duração: 30ʼ15
27/07 // 18h-18h30 // CINESESC // projeção em 35mm

NORMAN MCLAREN: OBRAS SELECIONADAS // duração: 65’
27/07 // 10h-20h // SESC Carmo (Container em looping)

GUNVOR NELSON: OBRAS SELECIONADAS // duração 59’
27/07 // 19h-20h // SESC Belenzinho

REMIX POP: PIPILOTTI RIST & RYAN TRECARTIN // duração 38’13
27/07 // 20h-21h // SESC Belenzinho

PAISAGENS ALTERADAS // duração: 55’43
27/07 // 21h-22h // SESC Belenzinho

 

SESCTV

PAPER LAND / Juliana Mundim / Brasil / 1999 / 1’50
Homem que morava perto de vulcão e se vê forçado a mudar para uma grande cidade.

FUTURE CREATURES / Eunjung Hwang / EUA/Coréia do Sul / 2009 / 7’49
‘Future Creatures’ é uma série de animações experimentais, que exploram a complexidade das enigmáticas imagens do mundo dos sonhos e do subconsciente. O principal aspecto do projeto é produzir visionárias narrativas inspiradas pela ilusão de fragmentos das realidades, e compilá-las em um pictórico catálogo utilizável.

LINESCAPES / Giselle Beiguelman / Brasil / 2009 / 2’38
Vídeo da série “geometrias variáveis”.

ON FIRE / Johanna Reich / Alemanha / 2012 / 3’28
Uma pessoa vestida de preto está pintando uma parede branca. Em sua mão, o pincel parece se transformar em uma tocha. A protagonista continua a pintar até formar um padrão de linhas de fogo. Então, ela para por um instante e começa a despir-se. Sob suas roupas pretas seu corpo consiste em chamas: ela derrete com as chamas da parede e desaparece.

IMPRESCINDÍVEIS / Carlosmagno Rodrigues / Brasil / 2003 / 5′
Um pai tenta subverter seu filho, que reage e resiste. Feito a partir de imagens caseiras, o vídeo fala de manipulação.

ANOTHER VOID / Paul Clipson / US / 2012 / 10’05
Um vertiginoso estudo de movimento, cor e escuridão, que continua uma exploração do processo de filmagem e sua estreita relação com a música.

SE ME CALO POR DENTRO, PORQUE MEUS OUVIDOS SE FECHAM PRA FORA? / Joacélio Batista / Brasil / 2010 / 3’
Se me calo por dentro, porque meus ouvidos se fecham pra fora?

PULSE / Cline Mallet / França / 1999 / 4’51
Fotos urbanas noturnas são projetadas no corpo de uma mulher; ela deixou seu corpo lentamente ser descoberto, mas não totalmente, desaparecendo dentro dos ritmos hipnótico da “tela cidade”. As luzes nos ajudam a vê-la e, ao mesmo tempo, cobri-la, mantê-la totalmente no desconhecido.

SANS VALEUR COMMERCIAL / Eric Gagnon / Canadá / 1999 / 2’51
Ensaio sobre a rota de arte midiática e do processo criativo.

WE’LL BECOME OIL / Mihai Greco / França / 2012 / 8′
Paisagens secas são preenchidas com os traços de um meta-conflito, para além de qualquer questão política ou ideológica visível. Um estado contínuo e inexplicável de crise toma conta dos espaços e do ponto de vista, transformando a pura geografia mineral em um teatro de guerra. A história se transforma pela trajetória do petróleo.

SLEEPIN’ SUMMER / Sylvain Moignoux, Frederic Miclet / França / 2002 / 5’55
Breve ensaio em preto e branco. Entre o sonho iluminado e a obsessão do pensamento.

STRIPS / Félix Dufour-Laperrière / Canadá / 2009-2010 / 5’32
Strips. Substantivo masculino, forma abreviada de striptease. De ‘strip’, remover, tirar, e “provocar”, para seduzir, para tentar. E tudo isso no plural.

WEEKEND / FEDERICO LAMAS / Argentina / 2007 / 6’09
Uma discussão para cada dia do fim de semana. Dois capítulos construídos com cenas que permanecem na tela, deixando a linearidade dos discursos evidente. Um ensaio sobre a estranheza intrínseca a relações muito próximas.

SQUARE DANCE HYPNOTIST / Allan Brown / Canadá / 2012 / 17’10
Uma comunidade dança uma quadrilha numa curva contínua enquanto o áudio passa de anúncios feitos em uma estação de trem para uma trágica história de desespero e alienação, sobre um fugitivo num carro de polícia roubado comunicando-se através do rádio com um policial.

THE MIND FROM NOWHERE / Dalibor Baric / Croácia / 2010 / 9’23
O título vem depois de substituir uma letra do romance de J.G.Ballard, “wind from nowhere”. Aqui está uma mente (invisível) que se manifesta subjetivamente como um fluxo de consciência (ou como um filme). A narrativa leva a um beco sem saída. O filme é uma colagem, construída sobre clichês de diversos filmes; Um melodrama entrelaçado com imagens de violência, guerra e destruição em massa criando uma atmosfera surreal e absurda (embora pudesse estar acontecendo simultaneamente, mas em lugares diferentes).